{"id":313,"date":"2019-05-31T09:43:00","date_gmt":"2019-05-31T09:43:00","guid":{"rendered":"http:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/?page_id=313"},"modified":"2019-07-29T10:36:46","modified_gmt":"2019-07-29T10:36:46","slug":"trabalhos-de-investigacao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/index.php\/trabalhos-de-investigacao\/","title":{"rendered":"Investiga\u00e7\u00e3o relevante"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3>S\u00cdNTESE DO RELAT\u00d3RIO PRIMAVERA 2019: Cap\u00edtulo 4<\/h3>\n\n\n\n<h4>1.As pol\u00edticas de Sa\u00fade Mental em Portugal <\/h4>\n\n\n\n<p>A doen\u00e7a mental continua a ser uma problem\u00e1tica atual e considera-se o principal motivo de incapacidade e de morbilidade na esfera global. Os dados nacionais d\u00e3o-nos conta de que a preval\u00eancia \u00e9 elevada, em contexto Europeu, no qual cerca de um quarto dos entrevistados (22,9%) no Estudo Nacional de Sa\u00fade (Almeida, 2014) cumpria com os requisitos m\u00ednimos para diagn\u00f3stico de perturba\u00e7\u00e3o psiqui\u00e1trica. Estima-se, ainda, que as pessoas com depress\u00e3o<em>major<\/em>e esquizofrenia tenham uma probabilidade 40% a 60% superior de morrer prematuramente do que a popula\u00e7\u00e3o em geral.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Pelo seu forte impacto na sa\u00fade p\u00fablica \u00e9 essencial criar pol\u00edticas de sa\u00fade mental para que se mova e ajuste da melhor forma os recursos necess\u00e1rios ao bem-estar da sociedade.As pol\u00edticas de sa\u00fade mental n\u00e3o devem ser vistas como um problema isolado, por forma a que a plenitude do cuidado permeie a presta\u00e7\u00e3o de cuidados psiqui\u00e1tricos e assegure a efic\u00e1cia do&nbsp;<em>continuum<\/em>processo de comportamento adaptado\/desadaptado.<\/p>\n\n\n\n<p>Os v\u00e1rios estudos implementados nos servi\u00e7os especializados a n\u00edvel mundial, europeu e nacional, ao longo dos anos, permitem dar a conhecer a realidade do bin\u00f3mio sa\u00fade &#8211; doen\u00e7a mental, desde:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>A compreens\u00e3o do impacto das doen\u00e7as mentais na popula\u00e7\u00e3o;<\/li><li>A vis\u00e3o concreta, espec\u00edfica e rigorosa das lacunas no tratamento das doen\u00e7as mentais;<\/li><li>A evid\u00eancia da exequibilidade das abordagens cl\u00ednicas, os modelos de cuidados de sa\u00fade mental e a barreira \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos 10 anos, o Plano de A\u00e7\u00e3o de Sa\u00fade Mental da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) reuniu a participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica de 194 ministros da sa\u00fade da Assembleia Mundial de Sa\u00fade, com o compromisso de responder aos quatro objetivos delineados ao longo dos oito anos conseguintes:<\/p>\n\n\n\n<ol><li><em>Fortalecer a efetividade da lideran\u00e7a e governan\u00e7a no contexto da sa\u00fade mental;<\/em><\/li><li><em>Oferecer servi\u00e7os de sa\u00fade mental e sociais abrangentes e integrados em contextos comunit\u00e1rios;<\/em><\/li><li><em>Implementar estrat\u00e9gias de promo\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o em sa\u00fade mental;<\/em><\/li><li><em>Fortalecer os sistemas de informa\u00e7\u00e3o, evid\u00eancia e investiga\u00e7\u00e3o em sa\u00fade mental.<\/em><\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Atualmente, as pol\u00edticas de sa\u00fade mental priorizam o desenvolvimento de servi\u00e7os na comunidade, tanto por melhorar o acesso aos cuidados de sa\u00fade bem como proporcionar a ades\u00e3o ao tratamento, a diminui\u00e7\u00e3o do estigma social e a prote\u00e7\u00e3o individual dos direitos. Por outro lado, os servi\u00e7os comunit\u00e1rios objetivam a humaniza\u00e7\u00e3o de cuidados, ao abra\u00e7ar uma interven\u00e7\u00e3o hol\u00edstica por respeito \u00e0 dignidade da pessoa cuidada, atrav\u00e9s de uma atua\u00e7\u00e3o precoce e em colabora\u00e7\u00e3o com os servi\u00e7os sociais e prim\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h4>1.1.Hoje: o Plano Nacional de Sa\u00fade Mental e a sua extens\u00e3o<br><\/h4>\n\n\n\n<p>Em 2006 foi criada a Comiss\u00e3o Nacional para a Sa\u00fade Mental, em sequ\u00eancia do desenvolvimento de iniciativas da OMS, com vista \u00e0 valida\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o da presta\u00e7\u00e3o de cuidados e \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de um plano que reestruturasse os servi\u00e7os e apresentasse recomenda\u00e7\u00f5es para a sua implementa\u00e7\u00e3o.<br> Para facilitar o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o real das necessidades da popula\u00e7\u00e3o e da presta\u00e7\u00e3o de cuidados, v\u00e1rios s\u00e3o os estudos que refletem a qualidade dos servi\u00e7os, o acesso aos servi\u00e7os de urg\u00eancia psiqui\u00e1trica, a integra\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de sa\u00fade mental nos hospitais e a avalia\u00e7\u00e3o da investiga\u00e7\u00e3o em Portugal.<br> Nesta linha de pensamento, em 2008 ergue-se o Plano Nacional da Sa\u00fade Mental 2007-2016 (PNSM), na linha das orienta\u00e7\u00f5es da OMS e de outras organiza\u00e7\u00f5es internacionais, com os valores bem definidos e as \u00e1reas de interven\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica seguintes.<br> \u2022    Organiza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de sa\u00fade mental de adultos: Completar a rede nacional de Servi\u00e7os Locais de Sa\u00fade Mental (SLSM) e promover a diferencia\u00e7\u00e3o dos cuidados prestados por estes servi\u00e7os; desenvolver servi\u00e7os e programas para a reabilita\u00e7\u00e3o e desinstitucionaliza\u00e7\u00e3o de Doentes Mentais Graves (DMG) e os Servi\u00e7os Regionais de Sa\u00fade Mental (SRSM).<br> \u2022    Organiza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de psiquiatria e sa\u00fade mental da inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia: Prestar cuidados aos tr\u00eas n\u00edveis.<br> \u2022    Sa\u00fade mental e cuidados de sa\u00fade prim\u00e1rios: Definir a responsabilidade dos Cuidados de Sa\u00fade Prim\u00e1rios e a cuidados psiqui\u00e1tricos especializados; criar um projeto transversal.<br> \u2022    Articula\u00e7\u00e3o intersectorial: Promover atividades de reabilita\u00e7\u00e3o biopsicossocial (em situa\u00e7\u00f5es de abuso de \u00e1lcool e drogas, grupos vulner\u00e1veis e\/ou doentes inimput\u00e1veis).<br> \u2022    Financiamento e gest\u00e3o: Estabelecer um or\u00e7amento nacional para a sa\u00fade mental.<br> \u2022    Sistemas de informa\u00e7\u00e3o: Proporcionar os meios mais adequados de suporte \u00e0 tomada de decis\u00e3o e \u00e0 a\u00e7\u00e3o.<br><br>O plano mencionado, quando posto em pr\u00e1tica, beneficiou na redu\u00e7\u00e3o de institucionaliza\u00e7\u00f5es em hospitais psiqui\u00e1tricos (em 40%), na cria\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os na comunidade e programas residenciais, na forma\u00e7\u00e3o de profissionais e no apoio a sem-abrigo e jovens de cariz social.<br> Como complemento ao PNSM, Portugal encontra-se envolvido no projeto Joint Action for Mental Health and Well Being, da Uni\u00e3o Europeia, com o intuito de desenvolver uma a\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica nas pol\u00edticas de sa\u00fade mental.<br> Um relat\u00f3rio elaborado pelo projeto, em 2015, salienta que o processo de transi\u00e7\u00e3o dos cuidados institucionais para a comunidade, em Portugal, tanto apresenta pontos fortes como fracos. A legisla\u00e7\u00e3o e o Plano de Sa\u00fade Mental, a experi\u00eancia no desenvolvimento de pol\u00edticas, a forma\u00e7\u00e3o dos profissionais, a comunica\u00e7\u00e3o com os cuidados de sa\u00fade prim\u00e1rios, a investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, as parcerias e a aposta nos valores humanos s\u00e3o os aspetos positivos real\u00e7ados. Por outro lado, como fragilidades, destacam-se a centraliza\u00e7\u00e3o, a resist\u00eancia \u00e0 mudan\u00e7a, a falta de profissionais na \u00e1rea e de coordena\u00e7\u00e3o, o estigma e a monitoriza\u00e7\u00e3o\/avalia\u00e7\u00e3o da qualidade pouco recorrente.<br> Como resposta aos obst\u00e1culos identificados, o PNSM e o projeto Joint Action for Mental Health and Well Being estenderam-se at\u00e9 o ano de 2020 para colmatar as dificuldades anteriores e apostar na cria\u00e7\u00e3o de uma equipa coordenadora do plano e no modelo gest\u00e3o e organizacional dos servi\u00e7os de sa\u00fade atuais.<br> Este permanente desenvolvimento, e consequente implementa\u00e7\u00e3o, de pol\u00edticas de sa\u00fade mental apoiam-se nos recentes estudos nacionais da Dire\u00e7\u00e3o Geral de Sa\u00fade (DGS) e estudos epidemiol\u00f3gicos que traduzem o seguinte: as perturba\u00e7\u00f5es mentais e do comportamento afetam totalmente e em elevado n\u00famero a vida saud\u00e1vel dos indiv\u00edduos, sendo que 65% das pessoas com doen\u00e7a psiqui\u00e1trica n\u00e3o recebeu tratamento nos 12 meses anteriores \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o do estudo (2015).<\/p>\n\n\n\n<h4><br> 1.2.Conclus\u00f5es<\/h4>\n\n\n\n<p>No que concerne ao diagn\u00f3stico, tratamento e acompanhamento da doen\u00e7a mental, a evolu\u00e7\u00e3o do sistema de sa\u00fade mental portugu\u00eas sempre se distanciou da progress\u00e3o psiqui\u00e1trica europeia.<br> O n\u00e3o compromisso pol\u00edtico no investimento de recursos, no Servi\u00e7o Nacional de Sa\u00fade, compromete a melhoria da qualidade de vida e o acolhimento digno do indiv\u00edduo com psicopatologia marcada.<br> A fam\u00edlia\/ o prestador de cuidados enfrenta in\u00fameras vari\u00e1veis que alteram a sua din\u00e2mica e os seus padr\u00f5es de funcionamento. O seu comportamento modifica e a desestrutura\u00e7\u00e3o emocional, organizacional e econ\u00f4mica gera conflitos. Muitas vezes, vivencia momentos de inquieta\u00e7\u00e3o, ang\u00fastia, sofrimento e frustra\u00e7\u00e3o, pelo que o Estado nem sempre reconhece, valoriza e dignifica o seu papel.<br> O preconceito, o estigma, a exclus\u00e3o e a incompreens\u00e3o social, continuam a ter um grande impacto negativo no contexto de Sa\u00fade Mental e Psiqui\u00e1trica, apesar da evolu\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas de sa\u00fade. Devemos estar cientes do longo caminho de desestigmatiza\u00e7\u00e3o, para que possamos fazer ainda mais a diferen\u00e7a na vida daqueles que sofrem e lutam constantemente para que os outros se adaptem \u00e0 sua realidade.<\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n\n\n\n<h4>2.O consumo de psicof\u00e1rmacos<\/h4>\n\n\n\n<p>Em 2017 Portugal destacava-se em primeiro lugar no volume de vendas de ansiol\u00edticos em ambulat\u00f3rio, comparativamente aos restantes pa\u00edses da Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f3mico (OCDE), associado a uma despesa arrasadora. Na mesma ordem de ideias, situava-se na terceira e s\u00e9tima posi\u00e7\u00e3o quanto ao consumo de antidepressivos e hipn\u00f3ticos, respetivamente (OPSS, 2019).<br> De acordo com o relat\u00f3rio Health at a Glance de 2018, realizado pela OCDE, a faixa et\u00e1ria mais envelhecida careceu de especial aten\u00e7\u00e3o quanto \u00e0s elevadas prescri\u00e7\u00f5es de ansiol\u00edticos, hipn\u00f3ticos, sedativos e benzodiazepinas. Dados percentuais indicam que a popula\u00e7\u00e3o idosa se distingue pela inadequada terap\u00eautica prescrita, pelo que 60% encontra-se polimedicada e 37% medicada inapropriadamente (OPSS, 2019).<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><em>Elaborada por N\u00eddia Brand\u00e3o Vilar (Aluna do 3\u00ba Ano do Curso de Licenciatura em Enfermagem da Escola Superior de Sa\u00fade &#8211; Universidade da Madeira) e revista por Isabel Maria Abreu R. Fragoeiro (Professora Coordenadora da Escola Superior de Sa\u00fade &#8211; Universidade da Madeira) <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Adaptado de: <\/strong>Observat\u00f3rio Portugu\u00eas dos Sistemas de Sa\u00fade. (2019). Sa\u00fade, um Dreito Humano &#8211; Relat\u00f3rio Primavera 2019. Obtido de <a href=\"http:\/\/opss.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/RP2019.pdf\">http:\/\/opss.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/RP2019.pdf<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3>Teachers\u2019 Mental Health Linked to Students\u2019 Well-Being, Study Shows&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>Teachers\u2019 mental health and well-being can affect the mental health and well-being of their students, according to&nbsp;research published in the&nbsp;<em>Journal of Affective Disorders<\/em>.<br><br>Sarah Harding, M.Sc., of Bristol Medical School in the United Kingdom and colleagues collected data from 3,215 12- and 13-year-old students and 1,182 teachers in 25 secondary schools in England and Wales in June and July 2016. They measured all participants\u2019 well-being with the Warwick Edinburgh Mental Wellbeing Scale, for which a higher score means greater well-being. They used standard questionnaires and scales to assess the teachers\u2019 depressive symptoms and presenteeism (working while physically or psychologically ill or stressed) and student psychological distress. The researchers also created a questionnaire to measure the quality of teacher-student relationships in which students were asked to rate the following statement, \u201cteachers and students generally have good relationships at this school\u201d from \u201cstrongly disagree\u201d to \u201cstrongly agree.\u201d<br><br>The researchers found that greater teacher well-being and better teacher-student relationships were associated with greater student well-being and lower student psychological distress. They also found that higher teacher presenteeism and absence\u2014but not teacher depressive symptoms\u2014were associated with poorer student well-being and higher student psychological distress. Stronger teacher-student relationships appeared to offset the impact of teacher depressive symptoms on student psychological distress.<br><br>The researchers also noted that student mental health and well-being could affect teacher mental health and well-being as well.<br><br>\u201cThe relationships between teacher well-being, the quality of teacher-student relationships, teacher presenteeism, and student mental health outcomes are clearly complex and likely to be interrelated,\u201d the authors wrote. \u201cThe results of this study suggest that improving teacher well-being may lead to better student well-being via more supportive relationships or reduced teacher presenteeism.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3><strong>Posters apresentados no \u00e2mbito das IV Jornadas Hospitaleiras de Sa\u00fade Mental<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"720\" height=\"960\" src=\"https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Slide1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-336\" srcset=\"https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Slide1.jpg 720w, https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Slide1-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"720\" height=\"960\" src=\"https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Slide1-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-355\" srcset=\"https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Slide1-2.jpg 720w, https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Slide1-2-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Poster-IV-Jornadas-Irm\u00e3s-Hospitaleiras_Carla-Sp\u00ednola-768x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-385\" srcset=\"https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Poster-IV-Jornadas-Irm\u00e3s-Hospitaleiras_Carla-Sp\u00ednola-768x1024.jpg 768w, https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Poster-IV-Jornadas-Irm\u00e3s-Hospitaleiras_Carla-Sp\u00ednola-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"761\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Untitled-4-761x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-436\" srcset=\"https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Untitled-4-761x1024.png 761w, https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Untitled-4-223x300.png 223w, https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Untitled-4-768x1033.png 768w, https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Untitled-4.png 788w\" sizes=\"(max-width: 761px) 100vw, 761px\" \/><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00cdNTESE DO RELAT\u00d3RIO PRIMAVERA 2019: Cap\u00edtulo 4 1.As pol\u00edticas de Sa\u00fade Mental em Portugal A doen\u00e7a mental continua a ser uma problem\u00e1tica atual e considera-se o principal motivo de incapacidade e de morbilidade na esfera global. Os dados nacionais d\u00e3o-nos conta de que a preval\u00eancia \u00e9 elevada, em contexto Europeu, no qual cerca de um<\/p><\/div>\n<div class=\"blog-btn\"><a href=\"https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/index.php\/trabalhos-de-investigacao\/\" class=\"home-blog-btn\">Ler mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/313"}],"collection":[{"href":"https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=313"}],"version-history":[{"count":28,"href":"https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/313\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":479,"href":"https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/313\/revisions\/479"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/orsmmadeira.uma.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=313"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}